Palavras e expressões que não deve usar em contexto profissional

Em contexto profissional deve ser privilegiada uma comunicação assertiva, ou seja, uma comunicação objetiva, clara e confiante. Para que isso aconteça, existem diversas palavras e expressões que devem ser evitadas.

Palavras e expressões que indicam negação

  • Não!
  • Nunca!
  • Não acho que dê.
  • Não vai funcionar.
  • Vai ser muito difícil.
  • Não tenho a certeza.

A utilização desse tipo de palavras e expressões cria uma barreira comunicativa. Causam entrave no desenvolvimento dos projetos e criam desmoralização e frustração nos seus intervenientes. Devemos privilegiar uma comunicação mais otimista e proativa.

Palavras e expressões que expressam dúvida e incerteza

  • mais ou menos;
  • meio que;
  • talvez;
  • quem sabe;
  • hum;
  • provavelmente.

O uso de palavras e expressões deste gênero demonstra insegurança, quer em suas próprias capacidades, quer nas informações e conhecimentos que possui, diminuindo assim sua credibilidade.  

Palavras e expressões de chamada da atenção e verificação da compreensão

  • Repare!
  • Veja bem!
  • Olhe só.
  • Atente no fato.
  • Siga o meu raciocínio. 
  • Você entendeu?
  • Está compreendendo?

Devemos evitar essas palavras e expressões porque deixamos transparecer uma falta de confiança nas capacidades de atenção e entendimento dos interlocutores, como se não fossem capazes de seguir a linha de pensamento sem uma chamada de atenção. 

Expressões de confirmação de informação 

  • Foi mesmo?
  • A sério?
  • De verdade?
  • Tem a certeza?
  • Não me acredito!

Este tipo de expressões, embora muitas vezes ditas de forma quase automática, transmitem uma desconfiança relativamente ao emissor do enunciado, dando a ideia de que não acreditamos no que está sendo dito por uma dada pessoa.

Expressões indicativas de sinceridade

  • Sendo bem sincero;
  • Falando honestamente;
  • Vou ser muito franca;
  • Agora a sério;
  • Sem brincadeira.

A utilização desse tipo de expressões indiretamente indica que só se pode considerar como verdadeiro e sério o discurso a partir daquele momento, transparecendo que a pessoa em questão não deve habitualmente ser levada a sério.

Palavras e expressões que indicam gírias, palavrões e palavras-ônibus

  • Putz!
  • Pô!
  • Fala sério, cara!
  • Saca só!
  • Tipo isso.
  • Essa coisa.
  • Esse negócio.

Embora o uso de gírias, palavras-ônibus e até palavrões seja perfeitamente aceitável em contextos informais, a utilização dessas palavras e expressões leva ao empobrecimento do vocabulário. Sendo semanticamente vazias ou baixas, devem ser evitadas.

Expressões que indeterminam algo ou alguém

  • Eles disseram;
  • Eles mandaram;
  • Eles pretendem;
  • Ouviu-se falar;
  • Foi dito que;
  • Veio de cima.

Essas expressões indeterminam o sujeito da ação, sendo muito vagas relativamente a quem falou, quem indicou, quem pediu,... Apesar de não estarem erradas, dão azo a confusões e incertezas relativamente a quem disse e o que foi dito, quem pediu e o que foi pedido, criando dúvidas e desconforto entre os funcionários.

Expressões incentivadoras de boatos

  • Você sabia que...
  • Sabe o que eu ouvi...
  • Deixa eu te contar uma coisa...
  • Você ouviu o que...
  • Aqui entre nós...
  • Não pode sair daqui...

Em contexto profissional deve ser privilegiada uma comunicação limpa e verdadeira. Todo o tipo de boato, rumor, fofoca, disse me disse,... deve ser desencorajado. Além de ser um péssimo hábito, os boatos podem ser infundados ou levar a uma difamação desnecessária de alguém.

 

Outras dúvidas

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